Perguntas Frequentes

Fluxo de resposta a violência sofrida pelo colaborador
Para que serve?
Diversas situações do dia-a-dia, tanto na relação entre colaboradores, como com paciente e seus acompanhantes, podem ser sentidas pelo colaborador como um violência.
Para que possamos identificar as situações críticas e dar o devido tratamento foi instituído o fluxo de resposta a violência sofrida pelo colaborador.
A partir do seu relato poderemos apurar situações em desacordo com a conduta esperada dos colaboradores e realizar ações para a correção. Também poderemos identificar situações que necessitem de uma abordagem em relação aos pacientes, ou familiares e acompanhantes - de forma a minimizar as situações de estresse e conflito entre estas partes.

O que pode ser considerado violência?
Agressões físicas ou verbais
Assédio moral ou sexual
Ter objetos destruídos, danificados, furtados ou roubados
Atos agressivos ou de intimidação
Discriminação de qualquer natureza: de gênero (mulher/ homem), de opção sexual, de crença, de raça, de etnia, cultural, etc.

Como informar uma violência sofrida?
Você pode abrir um relato na Central de Ética e Compliance.
Mas, em situações extremas - envolvendo grave dano físico - acione a Segurança Patrimonial. Lembrando que qualquer colaborador que presenciar, poderá acionar o fluxo de Emergência, pelo ramal 0880, se necessário.
Se precisar de auxílio médico, você também pode procurar a Medicina do Trabalho, em horário comercial, ou se dirigir ao leito 508 do Hospital.

O que acontece depois?
A partir do seu relato vamos realizar um processo de averiguação, para entender o que aconteceu e em quais circunstâncias. O resultado desta apuração é que vai servir para definir se há ações de correção. Se você fizer um relato se identificando, você pode acompanhar a apuração, interagindo sempre que entender necessário. Se você fizer de forma anônima, vai precisar guardar o código de acesso que o sistema gera para ter esta mesma interação.

Posso relatar situações sofridas por colegas?
Sim. Desde que tenha presenciado ou que tenha fortes indícios da ocorrência. Relatos de "ouvir falar" geralmente não trazem elementos suficientes para que possam ser apurados - ou ainda não são verdadeiros.. são só 'fofocas'. 


Última atualização 5 ano(s) atrás


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